A pelagem de certos animais, assim como a plumagem de certas aves, torna-se branca durante o inverno na região ártica, voltando a adquirir coloração escura no início da primavera. Essa característica representa uma adaptação desses animais ao ambiente em que vivem, já que contribui para que eles passem despercebidos. Assim, têm mais chances de se aproximar e capturar uma presa ou de não serem capturados por seus predadores.
Entretanto, algumas espécies de anfíbios e de insetos, por exemplos, apresentam cores e desenhos marcantes. Essa característica, em vez de 'esconder' esses animais, fazendo-os passar despercebidos no ambiente em que vivem, 'chama a atenção' de possíveis.
Os seres que apresentam cores e desenhos marcantes podem,entre outras características, ser venenosos ou produzir substâncias de sabor 'desagradável' aos seus predadores. Ou então podem ter aspecto muito parecido
terça-feira, 10 de maio de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
vulnerabilidade ambiental

A presença de grande extensão de terras próprias para a agricultura em boa parte do território nacional eleva a potencialidade de exploração econômica no país.
A riqueza do patrimônio natural brasileiro amplia os interesses de outros países e das grandes empresas nacionais e estrangeiras pela exploração dos recursos aqui existente, tais como: a extração de minérios, madeiras, frutos, sementes e plantas.
A exploração econômica dos recursos naturais e a dificuldade de fiscalização e proteção ao meio ambiente causam grandes prejuísos ambientais, tais como o desmatamento descontrolado, as queimadas, a caça predatória, a pesca ilegal, a poluição do ar, do solo e da rede hidrográfica, alternando a dinâmica da natureza e prejudicando o desenvolvimento socioeconômico das comunidades próximas às áreas exploradas.
Para evitar que isso aconteça, é necessário que o poder público e a sociedade civil organizada planejem ações que visem preservar as áreas remanescentes do patrimônio natural brasileiro.( kkkkkk como se isso fosse acontecer)
A legislação ambiental brasileira é hoje bastante severa e prevê sérias punições para os que cometem crimes ambientais.Apesar disso, a falta de fiscalização favorece ações prejudiciais ao meio ambiente, como a extração ilegal de madeira e as queimadas na Amazônia.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Potencialidades economicas
Outros elementos naturais que influem na composição das paisagens brasileiras são o relevo, a estrutura geológica, a rede hidrográfica e o solo.
PARQUE ESTADUAL DA PEDRA AZUL (ES)

O relevo brasileiro tem uma formação muito antiga. Por esse motivo suas formas são bastante aplainadas. Esse fator, de maneira geral, favorece a prática de agricultura, principalmente a mecanizada. Os morros apresentam topos convexos bastante desgastados ao longo do tempo.
PARQUE ESTADUAL DA PEDRA AZUL (ES)As características das rochas, do clima, da hidrografia e das formas do relevo influem na composição e na fertilidade dos solos.
Os solos tropicais não são propriamente férteis, mas possuem propriedades físicas favoráveis que,com o manejo adequado, garantem uma boa produtividade na agricultura.
A estrutura geológica também é importante para compreencermos as potencialidaes e vulnerabilidades naturais. O Brasil é um país de vasta extensão, e em seu subsolo encontra-se grande quantidade de recursos minerais.
Por fim, uma extensa rede hidrográfica, dotada de elevado potencial energético, sustenta a capacidade de desenvolvimento de inúmeras ativivdades econônicas que dinamizam a economia nacional, tais como a navegação, a pesca, a irrigação e o abastecimento.

Um estado teocrático de mil anos
Enquanto o Império Romano do Ocidente foi destruído e se fragmentou em numerosos reinos e domínios, a parte oriental manteve-se centralizada em Constantinopla, sua capital, dando origem ao Império Bizantino.
O imperador bizantino era nomeado por aclamação do povo, do senado e do exército. O poder imperial não era hereditário, mas o imperador costumava indicar seu sucessor. O imperador era considerado representante de Deus na Terra e, por isso, sua figura era sagrada. Usava uma coroa preciosa que lhe cobria toda a cabeça,vestia-se com túnicas de seda bordadas com ouro e pedras preciosas e vivia em palácios suntuosos, onde ocorriam cerimonias grandiosas, durante as quais todos deveriam se ajoelhar diante dele. Nos retratos era representado com uma auréola, como santo. Sua autoridade era absoluta: tinha todos os poderes e dele dependiam todas as decisões políticas, militares, econômicas e religiosas. O Estado Bizantino era, portanto, autocrático e teocrático.
No século VI, o imperador Justiniano (527 - 565) pretendeu reconstituir a unidade e a grandeza do Império Romano. Enviou seus exércitos para lutar contra os bárbaros germânicos e reconquistar os territórios sobre o domínio deles na África, Itália e Espanha. Sob seu governo, o Império Bizântino atingiu sua maior extensão. A navegação mediterrânea foi restabelecida e abriram-se novas rotas comerciais. Atrvés do Mar Vermelho, embarcações bizantinas chegavam ao Ceilão (atual Sri Lanka, a sudeste da Índia), um centro distribuidor de produtos indianos e chineses. Justiniano também mandou erguer muralhas e fortificações em todas as fronteiras e construir estradas, pontes, edifícios públicos e igrejas. Uma de suas mais importantes realizações foi a criação do Corpus Juris Civiles ou Código de Justiniano - a complicação do Direito Romano, que serviria de base para os códigos atuais.
As conquistas de Justiniano não foram preservadas. Novos invasores se apoderaram de grande parte delas: os lombardos ocuparam a Itália; os visigodos, a Espanha; os eslavos, os ávaros e os búlgaros, os Bálcãs; os árabes, a Síria, a Palestina, o Egito e a África do Norte. No século IX só restavam a Grécia, a Macedônia e a parte da Ásia Menor. Porém, entre os séculos IX e XI, o Império Bizantino reviveu uma época de esplendor. Constantinopla tornou-se um ativo e rico centro comercial e cultural atraindo a cobiça de italianos, árabes e turcos.
O imperador bizantino era nomeado por aclamação do povo, do senado e do exército. O poder imperial não era hereditário, mas o imperador costumava indicar seu sucessor. O imperador era considerado representante de Deus na Terra e, por isso, sua figura era sagrada. Usava uma coroa preciosa que lhe cobria toda a cabeça,vestia-se com túnicas de seda bordadas com ouro e pedras preciosas e vivia em palácios suntuosos, onde ocorriam cerimonias grandiosas, durante as quais todos deveriam se ajoelhar diante dele. Nos retratos era representado com uma auréola, como santo. Sua autoridade era absoluta: tinha todos os poderes e dele dependiam todas as decisões políticas, militares, econômicas e religiosas. O Estado Bizantino era, portanto, autocrático e teocrático.
No século VI, o imperador Justiniano (527 - 565) pretendeu reconstituir a unidade e a grandeza do Império Romano. Enviou seus exércitos para lutar contra os bárbaros germânicos e reconquistar os territórios sobre o domínio deles na África, Itália e Espanha. Sob seu governo, o Império Bizântino atingiu sua maior extensão. A navegação mediterrânea foi restabelecida e abriram-se novas rotas comerciais. Atrvés do Mar Vermelho, embarcações bizantinas chegavam ao Ceilão (atual Sri Lanka, a sudeste da Índia), um centro distribuidor de produtos indianos e chineses. Justiniano também mandou erguer muralhas e fortificações em todas as fronteiras e construir estradas, pontes, edifícios públicos e igrejas. Uma de suas mais importantes realizações foi a criação do Corpus Juris Civiles ou Código de Justiniano - a complicação do Direito Romano, que serviria de base para os códigos atuais.
As conquistas de Justiniano não foram preservadas. Novos invasores se apoderaram de grande parte delas: os lombardos ocuparam a Itália; os visigodos, a Espanha; os eslavos, os ávaros e os búlgaros, os Bálcãs; os árabes, a Síria, a Palestina, o Egito e a África do Norte. No século IX só restavam a Grécia, a Macedônia e a parte da Ásia Menor. Porém, entre os séculos IX e XI, o Império Bizantino reviveu uma época de esplendor. Constantinopla tornou-se um ativo e rico centro comercial e cultural atraindo a cobiça de italianos, árabes e turcos.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Riqueza natural

A diversidade de paisagens do Brasil está relacionada às suas características naturais. A posição geográfica do território, o predomínio de temperaturas elevadas, inverno pouco rigoroso, precipitações abundantes na maior parte do ano e uma curta estação seca fazem do Brasil um país predominantemente tropical.
Embora outros fatores como o relevo e a estrutura geológica, influenciem na formação das paisagens vegetais, há uma relação intensa entre clima e vegetação. Por isso, nas áreas mais chuvosas, as florestas equatoriais e tropicais ( Floresta Amazônica, Mata dos Cocais e Mata Atlântica) são abundantes. Nas áreas mais secas, surgem a Caatinga e o Cerrado. Nas áreas mais frias por causa da latitude, como o sul do país, ou da altitude, nas áreas de serras, a vegetação também varia, surgindo aí a floresta subtropical, como a de araucáias, e os Campos, como nas pradarias e os campos de altitude.
As características climáticas tembém podem influenciar na associação de produtos cultivados ao longo do ano (calendário agrícola).
A dinâmica climática estabelecida pelos sistemas de circulação atmosféricos influi ainda no regime de chuvas e pode ocasionar fenômenos, como geada, granizo, vendavais, etc.
Vegetação litorânea: a vegetação litorânea é composta essencialmente pela restinga e os maguezais.A restinga ocorre em praias e em planícies costeiras e pode apresentar espécies rasteiras, arbustivas e pequenas árvores. A vegetação de maguezais,adapta à salinidade e ao regime das marés, é formada principalmente por árvores com longas raízes aéreas.
Embora outros fatores como o relevo e a estrutura geológica, influenciem na formação das paisagens vegetais, há uma relação intensa entre clima e vegetação. Por isso, nas áreas mais chuvosas, as florestas equatoriais e tropicais ( Floresta Amazônica, Mata dos Cocais e Mata Atlântica) são abundantes. Nas áreas mais secas, surgem a Caatinga e o Cerrado. Nas áreas mais frias por causa da latitude, como o sul do país, ou da altitude, nas áreas de serras, a vegetação também varia, surgindo aí a floresta subtropical, como a de araucáias, e os Campos, como nas pradarias e os campos de altitude.
As características climáticas tembém podem influenciar na associação de produtos cultivados ao longo do ano (calendário agrícola).
A dinâmica climática estabelecida pelos sistemas de circulação atmosféricos influi ainda no regime de chuvas e pode ocasionar fenômenos, como geada, granizo, vendavais, etc.
Vegetação litorânea: a vegetação litorânea é composta essencialmente pela restinga e os maguezais.A restinga ocorre em praias e em planícies costeiras e pode apresentar espécies rasteiras, arbustivas e pequenas árvores. A vegetação de maguezais,adapta à salinidade e ao regime das marés, é formada principalmente por árvores com longas raízes aéreas.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O lixo e a poluição do solo
O lixo: Os restos ou resíduos líquidos que saem pelos canos formam o esgoto. Já os resíduos sólidos, considerados inúteis ou indesejáveis, formam o lixo.
Nos tempos bem antigos, na época dos homens pré-históricos, o lixo era formado basicamente de restos de frutas e de animais, ou seja, matéria orgânica facilmente degradável. Com o descobrimento do fogo e a construção de ferramentas e utensílios, mais lixo passou a ser produzido. Mas ainda assim, a população humana era pequena e o lixo produzido era facilmente reciclado pela natureza.
Com a revolução industrial, as máquinas e novas indústrias passaram a produzir um tipo diferente de lixo: os resíduos industriais. Atualmente, vivemos numa sociedade de consumo, em que quase tudo dura pouco ou é descartvel, com isso produzimos mais e mais lixo. O homem retira da natureza a matéria-prima de que necessita para as industrias, ou seja, os recursos naturais - as espécies vivas, o solo, a rocha, a água dos oceanos, rios, etc... - e mais lixo industrial vai se acumulando. Todo esse lixo precisa ser levado e depositado em algum lugar.Onde?
Lixão: Os lixões são depósitos ilegais de lixo. São grandes terrenos malcheirosos, rodeados de mato e cheiros de sacos amontoados, meio abertos e com o lixo à mostra. São locais onde se descarrega o lixo diretamente sobre o solo, sem qualquer medida de proteção ao meio ambiente. Nesses locais é muito comum encontrar muitos insetos, ratos e muitos outros organismos que causam doenças, pois eles encontram no lixão o local ideal para se alimentar e se reproduzir.
Além disso, o lixão produz um caldo negro e malcheiroso,o chorume.Muitas vezes o chorume é tóxico, pois além da matéria orgânica em descomposição, encontramos nele produtos tóxicos, como o chumbo e o mercúrio vindos de tintas, lâmpadas fluorecentes, pilhas, solventes,etc. Se for carregado pelas chuvas, esse material pode contaminar o lençol freático que abastece os poços de água domésticos e os rios da região,tornando a água imprópria pra consumo.Sem dúvida os lixões não são solução para o descarte correto de lixo, mas infelizmente 70% do lixo no Brasil é descarregado em lixões.
Aterro Sanitário: O aterro sanitário é muito diferente do lixão. No aterro o lixo é colocado em trincheiras abertas no solo e forradas com material impermeável. O aterro também possui sistemas de escoamento do chorume e da água das chuvas, além de uma turbulação para saída de gases - principalmente o gás metano, que é produzido na descomposição da matéria orgânica. Na saída da turbulação, os gases são queimados.
Funciona da seguinte maneira: um trator espalha e amassa o lixo, compactando-o. Depois essa camada de lixo é coberta com terra, que também é compactada. Uma nova camada de lixo pode então ser depositada em cima da primeira, compactada e coberta de terra. O processo se repete várias vezes.Observe a figura que mostra como funciona o aterro sanitário.
O aterro sanitário necessita de áreas muito grandes, é mais caro que o lixão e tem uma capacidade limitada de utilização (em torno de 10 anos). Porém, depois o local pode ser coberto com mais terra e transformado em parque, jardim, campo de futebol, etc. Se for bem construído, o aterro não polui o ambiente, porque a cobertura de terra isola o lixo e impede a propagação do mau cheiro e a reprodução de insetos, ratos e outros animais.Além disso, sua camada impermeabilizante protege a água dos rios e o lençol freático. Infelizmente, a maioria dos aterros do nosso país (Brasil) não pode ser considerada aterro sanitário verdadeiro. Eles são na verdade,aterros controlados. Nesse tipo de aterro o lixo é simplesmente enterrado para diminuir o mal cheiro e dificultar o acesso de ratos e insetos, mas o terreno não está impermeabilizado nem há tratamento dos gases e do chorume.
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A incineração é a queima do lixo em aparelhos e usinas especiais. A vantagem é que reduz muito o volume de resíduos e destrói os organismos que causam doenças, contidos principalmente no lixo hospitalar e no lixo industrial. No entanto, certos componentes do lixo, quando são queimados, liberam gases tóxicos. Nesses casos, para evitar a poluição do ar, é necessário instalar filtros e equipamentos especiais, o que encarece o processo. Depois da queima do lixo, sobraram resíduos que podem ser encaminhados para aterros sanitários ou mesmo reciclados.
A compostagem: a compostagem transforma a matéria orgânica do lixo em adubo. O adubo produzido é chamado de composto. Ele é o resultado da composição do lixo orgânico feita pelas bactérias que transformam as substâncias que podem ser aproveitadas pelas plantas.
Em primeiro lugar é preciso retirar do lixo o material não orgânico, que não pode ser decomposto. Depois o lixo é triturado para acelerar a decomposição. É preciso ter o cuidado de verificar se o lixo não está contaminado com produtos tóxicos. Além do adubo, a decomposição do lixo orgânico pode produzir gases para serem aproveitados como combustíveis. Nesse caso a matéria orgânica é colocada em grandes recipientes fechados, os biodigestores, onde será produzida uma mistura de gases chamada biogás.
A reciclagem: Reciclagem é o reaproveitamento de certos materiais do lixo: papéis, talas, vidros, plásticos. O papel do lixo, por exemplo, pode ser usado na produção de papel de jornal, papel higiênico, papel para embalagens, papelão,etc.
A quantidade de papel que uma pessoa de um país desenvolvido joga fora por ano, equivale à quantidade produzida por duas árvores derrubadas.
CONTINUA
Nos tempos bem antigos, na época dos homens pré-históricos, o lixo era formado basicamente de restos de frutas e de animais, ou seja, matéria orgânica facilmente degradável. Com o descobrimento do fogo e a construção de ferramentas e utensílios, mais lixo passou a ser produzido. Mas ainda assim, a população humana era pequena e o lixo produzido era facilmente reciclado pela natureza.
Com a revolução industrial, as máquinas e novas indústrias passaram a produzir um tipo diferente de lixo: os resíduos industriais. Atualmente, vivemos numa sociedade de consumo, em que quase tudo dura pouco ou é descartvel, com isso produzimos mais e mais lixo. O homem retira da natureza a matéria-prima de que necessita para as industrias, ou seja, os recursos naturais - as espécies vivas, o solo, a rocha, a água dos oceanos, rios, etc... - e mais lixo industrial vai se acumulando. Todo esse lixo precisa ser levado e depositado em algum lugar.Onde?
Lixão: Os lixões são depósitos ilegais de lixo. São grandes terrenos malcheirosos, rodeados de mato e cheiros de sacos amontoados, meio abertos e com o lixo à mostra. São locais onde se descarrega o lixo diretamente sobre o solo, sem qualquer medida de proteção ao meio ambiente. Nesses locais é muito comum encontrar muitos insetos, ratos e muitos outros organismos que causam doenças, pois eles encontram no lixão o local ideal para se alimentar e se reproduzir.
Além disso, o lixão produz um caldo negro e malcheiroso,o chorume.Muitas vezes o chorume é tóxico, pois além da matéria orgânica em descomposição, encontramos nele produtos tóxicos, como o chumbo e o mercúrio vindos de tintas, lâmpadas fluorecentes, pilhas, solventes,etc. Se for carregado pelas chuvas, esse material pode contaminar o lençol freático que abastece os poços de água domésticos e os rios da região,tornando a água imprópria pra consumo.Sem dúvida os lixões não são solução para o descarte correto de lixo, mas infelizmente 70% do lixo no Brasil é descarregado em lixões.
Aterro Sanitário: O aterro sanitário é muito diferente do lixão. No aterro o lixo é colocado em trincheiras abertas no solo e forradas com material impermeável. O aterro também possui sistemas de escoamento do chorume e da água das chuvas, além de uma turbulação para saída de gases - principalmente o gás metano, que é produzido na descomposição da matéria orgânica. Na saída da turbulação, os gases são queimados.
Funciona da seguinte maneira: um trator espalha e amassa o lixo, compactando-o. Depois essa camada de lixo é coberta com terra, que também é compactada. Uma nova camada de lixo pode então ser depositada em cima da primeira, compactada e coberta de terra. O processo se repete várias vezes.Observe a figura que mostra como funciona o aterro sanitário.
O aterro sanitário necessita de áreas muito grandes, é mais caro que o lixão e tem uma capacidade limitada de utilização (em torno de 10 anos). Porém, depois o local pode ser coberto com mais terra e transformado em parque, jardim, campo de futebol, etc. Se for bem construído, o aterro não polui o ambiente, porque a cobertura de terra isola o lixo e impede a propagação do mau cheiro e a reprodução de insetos, ratos e outros animais.Além disso, sua camada impermeabilizante protege a água dos rios e o lençol freático. Infelizmente, a maioria dos aterros do nosso país (Brasil) não pode ser considerada aterro sanitário verdadeiro. Eles são na verdade,aterros controlados. Nesse tipo de aterro o lixo é simplesmente enterrado para diminuir o mal cheiro e dificultar o acesso de ratos e insetos, mas o terreno não está impermeabilizado nem há tratamento dos gases e do chorume.

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A incineração é a queima do lixo em aparelhos e usinas especiais. A vantagem é que reduz muito o volume de resíduos e destrói os organismos que causam doenças, contidos principalmente no lixo hospitalar e no lixo industrial. No entanto, certos componentes do lixo, quando são queimados, liberam gases tóxicos. Nesses casos, para evitar a poluição do ar, é necessário instalar filtros e equipamentos especiais, o que encarece o processo. Depois da queima do lixo, sobraram resíduos que podem ser encaminhados para aterros sanitários ou mesmo reciclados.
A compostagem: a compostagem transforma a matéria orgânica do lixo em adubo. O adubo produzido é chamado de composto. Ele é o resultado da composição do lixo orgânico feita pelas bactérias que transformam as substâncias que podem ser aproveitadas pelas plantas.
Em primeiro lugar é preciso retirar do lixo o material não orgânico, que não pode ser decomposto. Depois o lixo é triturado para acelerar a decomposição. É preciso ter o cuidado de verificar se o lixo não está contaminado com produtos tóxicos. Além do adubo, a decomposição do lixo orgânico pode produzir gases para serem aproveitados como combustíveis. Nesse caso a matéria orgânica é colocada em grandes recipientes fechados, os biodigestores, onde será produzida uma mistura de gases chamada biogás.
A reciclagem: Reciclagem é o reaproveitamento de certos materiais do lixo: papéis, talas, vidros, plásticos. O papel do lixo, por exemplo, pode ser usado na produção de papel de jornal, papel higiênico, papel para embalagens, papelão,etc.
A quantidade de papel que uma pessoa de um país desenvolvido joga fora por ano, equivale à quantidade produzida por duas árvores derrubadas.
CONTINUA
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Por que o Império Bizantino exerceu tanto facínio?
O Império Bizantino,nascido do lado oriental do extinto Império Romano, conservou a tradição greco-romana por mil anos.O luxo e o esplendor de suas construções e das cerimonias políticas e religiosas causaram forte impressão, conforme mostra este relato.
Os embaixadores árabes chegaram ao palácio imperial na hora marcada.Estavam vestidos com ricos mantos especialmente encomendados para eles pelo imperador bizantino. Era preciso estar convenientemente vestido para aparecer diante de sua sagrada pessoa.Por isso, aguardavam ansiosos aquele encontro, imaginando os requintes e o luxo que conheciam.Mas não poderiam imaginar o que lhes aguardava: uma atmosfera de encantamento que mais parecia sonho do que realidade.
Passaram por um labirinto de corredores de mármore, de salas decoradas com mosaicos e brocados de ouro. A sala de audiências era iluminada por reluzentes candelabros de ouro suspensos por correntes de cobre prateado. Dezenas de velas acesas davam uma mágica luminosidade ao ambiente, e as sombras de suas chamas tremulas pareciam fantasmas dançando nas paredes do palácio.
O chão estava coberto por hera e folhas de louro, de alecrim e de rosas. À medida que os embaixadores caminhavam, esmagavam as plantas com seus pés, exalando delas um doce perfume.
Por todo lado, viam-se valiosos tapetes persas. Ao lado do trono, estavam perfilados os guardas imperiais vestidos de branco e portando certos. Seguravam escudos de bronze onde se via gravada a famosa cruz,símbolo do nome de Cristo em grego. Grupos de nobres e bispos ricamente trajados se espalhavam pelo salão. Em uma galeria mais alta, um coro entoava aclamações ao imperador e a Deus. Anunciaram os visitantes em voz melodiosa.
O imperador estava sentado em um magnífico trono vestido com um manto púrpura cravejado de pedras preciosas. Um grande broche de ouro contornando com pérolas prendia o ombro direito da veste que lhe cobria até a testa e caía em franjas de pedras sobre a face.
Ladeando o trono, estavam dois leões de bronze dourado. Um pouco à frente, erguia-se uma árvore também de bronze cujos ramos estavam decorados com pássaros dourados.No momento que os embaixadores se ajoelharam aos pés do imperador, os pássaros começaram a cantar e os leões a rugir e a sacudir os rabos. Pareciam vivos! Algum mecanismo desconhecido operava esta maravilha que emudecia de espanto a todos os presentes.O coro elevava sua voz como uma legião de anjos misturando sua música ao som dos animais mecanizados.
Depois que fazerem as três prosternações necessárias,os visitantes ergueram os olhos e... surpresa: o trono e o imperador sumiram! Olharam ao redor assustados e ergueram os olhos para o alto: lá estava o imperador pairando perto do teto vestindo outros mantos ainda mais suntosos. Era uma visão ao mesmo tempo mágica e intimidadora. O imperador parecia ter ascendido aos céus e ficado mais imponente,mais majestoso e mais divino. Os que estavam abaixo dele sentiam-se pequenos,insignificantes e fracos. E foi nessa posição que os embaixadores árabes tiveram que continuar a audiência.
Fonte de pesquisa: relato de Liutpant de Cremona, feito no século X sobre a recepção que lhe deu o imperador bizantino Constantino VII, e no relato d negociantes árabes.Texto retirado do livro História em documento 7° ano.
Os embaixadores árabes chegaram ao palácio imperial na hora marcada.Estavam vestidos com ricos mantos especialmente encomendados para eles pelo imperador bizantino. Era preciso estar convenientemente vestido para aparecer diante de sua sagrada pessoa.Por isso, aguardavam ansiosos aquele encontro, imaginando os requintes e o luxo que conheciam.Mas não poderiam imaginar o que lhes aguardava: uma atmosfera de encantamento que mais parecia sonho do que realidade.
Passaram por um labirinto de corredores de mármore, de salas decoradas com mosaicos e brocados de ouro. A sala de audiências era iluminada por reluzentes candelabros de ouro suspensos por correntes de cobre prateado. Dezenas de velas acesas davam uma mágica luminosidade ao ambiente, e as sombras de suas chamas tremulas pareciam fantasmas dançando nas paredes do palácio.
O chão estava coberto por hera e folhas de louro, de alecrim e de rosas. À medida que os embaixadores caminhavam, esmagavam as plantas com seus pés, exalando delas um doce perfume.
Por todo lado, viam-se valiosos tapetes persas. Ao lado do trono, estavam perfilados os guardas imperiais vestidos de branco e portando certos. Seguravam escudos de bronze onde se via gravada a famosa cruz,símbolo do nome de Cristo em grego. Grupos de nobres e bispos ricamente trajados se espalhavam pelo salão. Em uma galeria mais alta, um coro entoava aclamações ao imperador e a Deus. Anunciaram os visitantes em voz melodiosa.
O imperador estava sentado em um magnífico trono vestido com um manto púrpura cravejado de pedras preciosas. Um grande broche de ouro contornando com pérolas prendia o ombro direito da veste que lhe cobria até a testa e caía em franjas de pedras sobre a face.
Ladeando o trono, estavam dois leões de bronze dourado. Um pouco à frente, erguia-se uma árvore também de bronze cujos ramos estavam decorados com pássaros dourados.No momento que os embaixadores se ajoelharam aos pés do imperador, os pássaros começaram a cantar e os leões a rugir e a sacudir os rabos. Pareciam vivos! Algum mecanismo desconhecido operava esta maravilha que emudecia de espanto a todos os presentes.O coro elevava sua voz como uma legião de anjos misturando sua música ao som dos animais mecanizados.
Depois que fazerem as três prosternações necessárias,os visitantes ergueram os olhos e... surpresa: o trono e o imperador sumiram! Olharam ao redor assustados e ergueram os olhos para o alto: lá estava o imperador pairando perto do teto vestindo outros mantos ainda mais suntosos. Era uma visão ao mesmo tempo mágica e intimidadora. O imperador parecia ter ascendido aos céus e ficado mais imponente,mais majestoso e mais divino. Os que estavam abaixo dele sentiam-se pequenos,insignificantes e fracos. E foi nessa posição que os embaixadores árabes tiveram que continuar a audiência.
Fonte de pesquisa: relato de Liutpant de Cremona, feito no século X sobre a recepção que lhe deu o imperador bizantino Constantino VII, e no relato d negociantes árabes.Texto retirado do livro História em documento 7° ano.
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