quarta-feira, 11 de julho de 2012

Glândulas paratireóideas

 São quatro pequenas glândulas localizadas na parte posterior da glândula tireóidea. O hormônio produzido por elas é chamado paratormônio e regula o nível de sais de cálcio no sangue.
 Uma alimentação insuficiente em sais de cálcio aumenta a produção de paratormônio, que promove a retirada de sais de cálcio dos ossos, restabelecendo sua taxa normal no sangue.

A regulação da respiração

 As pessoas conseguem ficar alguns segundos sem respirar. Também é possível respirar mais rápido ou mais devagar. Nessas situações a respiração é controlada voluntariamente, isto é, conforme a vontade da pessoa, e a atividade do diafragma e dos músculos intercostais é regulada por uma região do cérebro da pessoa.
 Entretanto, quando uma pessoa não está "pensando" na respiração ou quando está dormindo, por exemplo, a atividade do diafragma e dos músculos intercostais é regulada pelo sistema nervoso independente de nossa vontade; trata-se então de um controle involuntário.
 Uma pessoa não pode prender a respiração além de algum tempo, mesmo que queira. Parando de respirar, o gás carbônico deixa de ser eliminado do sangue da pessoa para o ambiente externo. A concentração desse gás aumenta no sangue e, ao atingir determinado nível, a respiração se reinicia, mesmo que a pessoa não queira.

Agricultura

 A maioria dos países americanos tem economias agroexportadoras baseadas nas grandes propriedades monocultoras voltadas para a exportação. Boa parte da renda dos países da América Central provém da exportação de gêneros agrícolas, principalmente cana-de-açúcar e banana.
 Ao lado dessas unidades monocultoras, aparecem pequenas propriedades familiares, geralmente voltadas para a subsistência. Os pequenos excedentes da produção podem ser comercializados, porém não geram recursos suficientes para a melhoria da produção agrícola.
 A falta de tecnologia e de investimentos acarreta baixa produtividade , o que dificulta o abastecimento interno. Além disso, a concentração de terras e da renda provoca grandes desigualdades sociais.

Extrativismo

A extração dos recursos naturais, efetuada geralmente por empresas estatais e multinacionais, é uma atividade econômica significativa na América Latina. Parte considerálvel das trocas internacionais do Peru, da Bolívia e do Equador provém da exportação de recursos minerais.

terça-feira, 3 de abril de 2012

A distribuição da riqueza mundial

A riqueza no mundo é desigualmente distribuída entre os mais de 6 bilhões de habitantes do planeta. As diferenças na distribuição de riquezas são enormes, tanto no interior do países quanto na comparação entre as diversas nações do mundo. A produção de riqueza no mundo atual concentra-se em poucos países.
Segundo dados do Banco Mundial e da ONU, a América do Norte, a Europa e algumas nações do oceano Pacífico, como Japão e Austrália, concentram 80% da riqueza mundial. A população desses países chega a 1,2 bilhão de pessoas, reforçando o contraste com os 5 bilhões de habitantes dos países pobres, que produzem apenas 20% da riqueza mundial.

Recursos Naturais

Chamamos de Recurso Natural todo o conjunto de riquezas materiais obtidas diretamente da natureza, como as florestas e os recursos minerais. Os recursos naturais podem ser classificados como renováveis, como as jazidas minerais. São considerados recursos naturais renováveis aqueles que depois de aproveitados podem ser utilizados novamente, em um curto espaço de tempo. Os recursos naturais não renováveis não podem ser renovados pela natureza em um curto espaço de tempo.
A utilização exaustiva desses recursos ou o mau uso pode levá-los à extinção.

segunda-feira, 26 de março de 2012

O Antigo Regime

No século XVIII, em grande parte da Europa a monarquia absolutista era dominante.
O rei francês, Luís XIV(1643 - 1715), apelidado de Rei Sol,foi um modelo de rei absolutista. O palácio de Versailles, que ele mandara construir, e o luxo de sua corte foram imitados por reis de outros países.
A desigualdade perante a lei marcava a sociedade os países absolutistas. Clero e nobreza, a minoria da população, gozavam de privilégios e prestígio, estavam isentos de pagar impostos, além de serem os proprietários de grande parte das terras.
O restante da população, uma camada heterogênea formada por camponeses, artesãos, comerciantes e trabalhadores urbanos, pagava todos os impostos e não possuía direitos políticos.
O rei interferia na economia do país: controlava preços, estabelecia regras para o comércio e a produção de mercadorias. As colônias serviam como fornecedoras de metais preciosos à metrópole e eram obrigadas a consumir exclusivamente os produtos vendidos pelos comerciantes autorizados pelo rei. Essa política econômica intervencionista chamou-se mercantilismo. O principal objetivo era o fortalecimento do Estado.
Grã-Bretanha e França eram as maiores potências europeias da época.
A Grã-Bretanha entrou no século XVIII sob o governo de uma monarquia constitucional e parlamentar, a única da Europa. A burguesia britânica, legislando por meio do Parlamento, tomou medidas que incentivaram o crescimento econômico do país.
Já a França começava a sentir os efeitos das dívidas contraídas com as guerras e as despesas da corte durante o governo de Luís XIV. Seus sucessores, Luís XV e Luís XVI, aumentaram os impostos, causando grande insatisfação popular.
O absolutismo, o mercantilismo, o sistema colonial e a divisão social baseada em privilégios foram elementos que caracterizaram o ''Antigo Regime'', que vigorou na Europa do Século XVI ao XVIII.